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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Guerra Afetiva
Aonde quer que eu vá, estampa-se a indignação e o terror das pessoas, em virtude da violência que acua, sangra e mata.
No mundo sempre aconteceram muitas guerras, mas hoje gostaria de refletir sobre uma, em especial.
Uma guerra, não menos horrenda, que se dá bem ao alcance dos nossos olhos, dizimando crianças, adultos, idosos: a da inanição afetiva.
Assusta-me a constatação da economia que temos feito, no que se refere a partilhar o amor.
Inquieta-me perceber como ainda não sabemos dar amor, e muitas vezes sequer aprendemos a recebê-lo.
Penso que o amor é um exercício, sim.
Envolve aprendizagens e olhares que se originam, a partir do nosso próprio espelho.
Amar-nos, confere-nos a possibilidade de olhar o outro amorosamente.
Esta guerra da subnutrição afetiva mata silenciosamente.
Sem alardes, sem sangue à mostra, sem carnificinas ou corpos para serem contabilizados.
Uma guerra cuja arma química somos nós que fabricamos, criamos e mantemos.
Uma guerra que poderia ser contida e evitada apenas com a ternura de um olhar, de um sorriso, de um abraço ou simplesmente com uma palavra de carinho.
Uma guerra, que para ser debelada, não nos exige quaisquer recursos materiais e/ou financeiros.
É mesmo a falta de amor, que ao final de tudo, é a origem de todas as outras guerras que se espalham pelo mundo.
Bom seria se conseguíssemos também refletir sobre essas pequenas guerras que nos rodeiam e das quais somos artífices silenciosos.
Fernanda Guimarães
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Como se aprende a dividir as coisas sem perder a esportiva...
Contente, comentei com minha esposa; E ela: - Oba!!! É minha! Vai para minha coleção!
E nem me deu oportunidade para dizer o que quer que fosse. Todas as camisetas que divulgam empresas, produtos, etc, que eu ganho, ela me toma, transforma em baby-look mantendo as caracteristicas originais e usa. Bom, a partir daí eu já não poderia mais usar: já imaginou eu com um modelito baby-look... nem morta!
Ontem recebi a camiseta (GG) e mostrei a ela que disse: - Puxa! Mas é muito grande...
E antes que eu começasse a sorrir, ela arrematou: - Pode deixar! Dá prá acertar direitinho...
Assim minha mulher ganhou uma nova baby-look; o Paulo vai ter seu blog sendo divulgado em um corpinho muito mais nobre e eu... fiquei chupando o dedo.
Isso me lembra um caso que ocorreu com dois colegas meus, ( vou chamá-los aqui de Japa, que era japonês e Dinho): Certa ocasião, os dois resolveram comprar algumas galinhas, doze no total, e elas ficaram na casa do Dinho que tinha quintal, galinheiro e espaço suficiente para a criação. Passaram algumas semanas de uma feliz sociedade galinácea, quando em uma manhã, Dinho chegou no escritório e foi logo falando: Puxa Japa! Você não sabe o que aconteceu! Não sei nem como te contar...
Japa, conhecendo o Dinho, só olhou prá ele e respondeu: - Não enrola! Conta logo!
- Putz Japa, roubaram todas as tuas galinhas nessa madrugada...
- Como “minhas galinhas” ?
- É! Alguém entrou no galinheiro e levou tuas seis galinhas...
- Como “minhas seis galinhas”? Como é que você sabe que eram as minhas? Por acaso elas tinham o olho puxadinho igual o meu...?
- É, mas as tuas eram diferentes mesmo...
Como não houve resposta minimamente lógica, a feliz sociedade encerrou por aí, sem chances de dividir as galinhas restantes, que “pertenciam” ao Dinho.
E vocês devem estar se perguntando: e daí, acabou a amizade entre eles? Não. Depois eles se associaram para comprar redes para pescar; O Dinho, semana após afirmou tê-las perdido em alto mar...
É assim que se aprende! Com muito bom humor, porquê senão dá guerra!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Para onde caminha a humanidade?
Mas ontem, tive a infelicidade de escutar a noticia da morte de mais duas crianças, em um duplo assassinato provavelmente praticado por sua madrasta e por seu pai; isso estragou o resto da noite e hoje permaneço indisposto me perguntando: - O que está acontecendo com as pessoas?
Em todos os lugares, é sempre a mesma coisa: violência, críticas destrutivas, ataques gratuitos, etc; Aonde vamos parar? O que vivemos é realmente o caos? È a falência da instituição familiar e de todos os principios? Todos os livros religiosos, afirmam que o final dos tempos seria indicado por esses absurdos, mas será que nada podemos fazer? Ou será que, efetivamente, não passamos de bestas humanas?
Eu sempre entendi que evoluimos tecnológicamente, ou seja, criamos a roda, os carros, aviões... mas não evoluimos moralmente, permanecendo dentro da estrutura moral de séculos atrás!
Mas hoje paro para pensar que o que está ocorrendo, é mais grave que isso! Estamos liberando toda a nossa animalidade, que a cada dia que passa, torna-se mais e mais irracional, levando-nos a cometer essa sandices sem sequer pensar.
Muitos dirão: - O que são duas ou três crianças mortas, quando centenas morrem de fome diariamente?
São o indicativo que de corremos sério perigo! Nós, nossos filhos, netos, enfim, toda a sociedade. É o indicativo não apenas da desagregação, mas da destruição da sociedade.
Quando crianças morrem de fome, sabe-se que houveram seus pais e outros que de alguma forma tentaram suprir suas necessidades, mas quando são os pais que matam seus próprios filhos, então o sinal é de extremo risco: indica que não há mais amor...
Há muito mais a escrever, mas paro por aqui antes que a vida pare comigo!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Indivisível Mundo Novo! (Especial para Débora Martins)
Como universos únicos, somos resultantes de diversos fatores, entre os quais, podemos considerar como relevantes: nossa origem, ascendência, grau cultural, escolaridade, profissão.
Mas a esse grupo de fatores, devemos incluir outros que mais intrínsecamente nos dizem respeito e que, portanto, mais subjetivos e complexos são, visto que não há como quantificar nosso nível de stress, variação hormonal e por conseqüência, humor; nossa sensibilidade a fatos e condicionantes emocionais, sentimentais; etc, etc, etc...
Se podemos dizer que o microcosmos é igual ao macrocosmos, também nos cabe afirmar que o desiquilíbrio do nosso universo particular supera em muito a ordem naturalmente estabelecida para o universo como macrocosmos, e talvez aí, o contra-ponto do todo, a teoria do caos, devidamente instalada e orquestrada por nosotros.
Assim, por esses aspectos de “ordem” e “caos” que em realidade são opostos complementares, mostramos a indivisibilidade de tudo o que nos cerca, inclusos nós próprios neste e no mundo novo.
“A musica, mesmo sendo harmoniosa e de divina melodia, quando executada é reflexo do maestro que rege, embora a orquestra seja de perfeito instrumental no seu todo e afinada em suas partes.”
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Blogs... Entre a Adolescência e a Terceira Idade.
Acessando diversos Blogs, é possível observar a diversidade dos assuntos tratados e a capacidade de seus autores.
Na qualidade daquilo que é exposto, ou seja, dos textos e apresentações, também há variações é obvio, mas nota-se uma busca pela diferenciação, muito provavelmente em função da quantidade de blogs à disposição dos internautas.
Alguns são pessoais, outros superficiais pois se limitam a transcrever/reproduzir notas e notícias sem que seus autores se preocupem com a qualidade a apresentar.
Mas há uma grande quantidade de blogs que possuem uma excelente qualidade, seja no conteúdo, estrutura ou concepção geral.
A facilidade para discorrer sobre os mais variados assuntos, seja sobre: politica, artes, sexo, filosofia, relacionamentos, encanta a qualquer um, tornando difícil a navegação pois o tempo torna-se menor do que já o é.
Seus autores, situados entre a adolescência e a terceira idade, demonstram condições de análise, síntese e coerência que povoam nossos momentos de um prazer muito consistente.
Faz pensar na riqueza interior que essas pessoas possuem e conosco dividem, assim como, na riqueza que outra grande parcela dessa sociedade, milhões de vezes maior, também possui mas são impedidos de utilizarem porque não aprenderam como, ou melhor dizendo, sequer sabem que têm.
Este é o principal fato que nos manterá presos a condição de terceiro mundo por muitos anos ainda!
Eu sinto muito por tudo que estamos perdendo...
MULHER!
Se o sol brilha para todos. . .
É você que ilumina os meus dias!
Se as estrelas no firmamento indicam a todos, os rumos a seguir. . .
É você o farol da minha existência!
Se as águas saciam a sede de muitos. . .
É você que sacia a minha sede de amar!
Mulher!
Amor em flor!
Razão do meu ser. . .
Sonho do meu coração!
É você no recôndito do meu mais profundo sentimento que faz pulsar a vida!
É você! Só você, que se fez minha
Para que minha se tornasse a vida!
E na vida, eu nascesse e renascesse infinitamente
E para sempre vivesse você como o mais eterno amor!
Te amo. . .
Como o sol ama lua!
Como o mar ama a terra!
Como a natureza ama a vida!
Paulo Pinto Pereira
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Um Pouco de Poesia
NAVEGAR
Naveguei por entre teus traços
(suaves, curvos,...às vezes, devassos).
E, de repente, perdido de amor e de paixão,
Restou-me, de mim, quase nada
(e eu, antes triste, só,... descalço).
Que força trazes nos braços...
... elos, correntes, fortes laços?!
Fiz-me, menino!
Seria destino?...
Ou desejo louco de amar?!
Antes pequenino,
senti-me, então, gigante a flutuar.
Sim, eu quero navegar
mesmo que a tempestade
insista em me desaconselhar.
Não sou, nem nunca fui capitão,
talvez, um “louco” pirata a delirar no mar...
... no mar feito de curvas
(lindas, belas, perigosas)
que insistem em me desafiar.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
PÁTRIA MADRASTA VIL
Por Clarice Zeitel Vianna Silva
UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ
'PÁTRIA MADRASTA VIL'
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições. Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil.', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil. A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição! É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão. Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso? Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos... Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Premiada pela UNESCO, Clarice Zeitel, de 26 anos, estudante que termina faculdade de direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acaba de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade'. A redação de Clarice intitulada `Pátria Madrasta Vil´ foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da Unesco.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Mulheres - Um Misto de Amor,Ternura e Coragem!
Hoje, conversando com uma amiga muito querida a respeito da saúde dela, fiquei a pensar sobre quem são realmente esses seres, algumas vezes doces e maravilhosas e outras, explosivas e... maquiavélicas, capazes de destruir sem arrependimento.
Praticamente toda a minha vida foi ao lado delas; primeiro com minhas irmãs, mais novas que eu: enchiam a casa de amigas e juntos iamos passear, a bailes, festas, etc. Após os dezoito, fui morar na casa da minha tia que era universitária e novamente, lá estava o apartamento cheio de mulheres. Sem considerar as namoradas e as paixões, casei aos vinte e quatro e continuo casado até hoje; lá se vão 30 anos! Mas continuo apaixonado por elas! O que mais me atraí são os olhos, que muitas vezes me permitem ver em profundidade de tão expressivos que são; em outras ocasiões se apresentam enigmáticos, não permitindo sequer imaginar o que ocorre por dentro do coração daquele maravilhoso ser...
É! Eu disse maravilhoso ser! Não consigo ver uma mulher de outra maneira. A sua delicadeza, presença, charme e humor extremamente volúvel, se fazem constantes dentro de uma completa inconstância de ser: em segundos, o mais lindo dos dias adquire um aspecto incrivelmente tempestuoso...
E na verdade, idade não conta na rapida descrição que eu fiz: ela pode ter três, treze, trinta ou setenta; o comportamento terá as mesmas variações, o mesmo charme, a mesma ternura, delicadeza e o mesmo e inconstante humor!
Mas parando com os devaneios, existe o aspecto mais triste, e ao mesmo tempo, exatamente aquele que demonstra a coragem e uma grande vontade de viver: a minha querida amiga, como tantas outras mulheres, teve câncer em uma das mamas e se viu obrigada a retirar uma parte e também parte dos ganglios linfáticos; então veio a quimioterapia, os problemas hormonais, a queda dos cabelos, etc. Mas o tratamento e seus efeitos colaterais devem continuar até cinco anos após; pelo menos neste caso...
Enfim, não me coube conversar em detalhes, pois enquanto ela me falava a respeito, eu olhava seus lindos olhos azuis e a admirava pela vontade não só de viver, mas de bem viver!
Então, que se agradeça a Deus, porque elas são nossas mães, nossas irmãs, nossas esposas, nossas filhas, nossas amigas; porque elas são maravilhosas e principalmente, porque elas estão conosco.
Abraços!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
No Vazio da Minha Solidão
De onde vem, neste mundo, tanta solidão?
Cercado, me sinto sozinho...
Amigos que vem, amigos que vão...
É: "Oi, como vai?", "Que bom ver você", "Meu querido, que alegria"... E ainda assim, olhos nos olhos nos dizemos: Meu Deus, que dor! Que solidão!
Perdido no vazio de mim mesmo, busco o alento de uma pequena alegria... o sorriso para viver mais um dia!
Mas qual, onde acho tal luz? Onde encontro a minha paz...
No vazio me debato... não quero tanta solidão!
Na solidão não mais me acho, pois no vazio desencontrei do meu caminho e não sinto mais, o bater do meu coração!
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É interessante o sentimento de vazio que surge mesmo quando estamos em meio a uma multidão.
Pode ser uma festividade, reunião, enfim, qualquer que seja o evento, ainda assim, com toda essa movimentação de pessoas de diversas culturas e costumes, nos sentimos sós.
Em verdade, temos um universo pelo qual nos responsabilizamos que é o nosso corpo físico. Esse nosso universo demanda ações que exigem muito de nós e que, na grande maioria das vezes entorpecem nossas lembranças, fazendo-nos esquecer muito do conhecimento e experiências que já tivemos e que poderiam eliminar essa sensação de vazio.
Coajuvante dessa situação, o mundo que nos cerca contribuí com significativas questões materiais que acrescentam mais e mais responsabilidades, ambições e uma desmedida necessidade de futilidades.
Mas... para que? Será que tudo isso poderá suprir o que nos é necessário para não mais nos sentirmos vazios? Não creio! Sempre haverá o momento em que, mesmo aquilo que para nós se faz novo, nos entediará, motivandono-nos a buscar outros superfluos cujo interesse também não nos satisfará por muito tempo.
Somente quando entendermos que aquilo que temos nos é suficiente; quando agradecermos pela boa saúde e pelas alegrias que nossa família, parentes e amigos nos proporcionam, só então é que poderemos nos sentir completos, pois independentes seremos auto-suficientes; emocionalmente auto-suficientes!
Abraços!
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
A Caminho de Lugar Algum!
Muitas vezes caminhamos sem destino, como se quisessemos estar perdidos, sem destino, sem razão de ser...
Isto não é somente um fato; é uma condicionante que acaba por dispersar nosso Eu! Quando digo "nosso Eu", me refiro à nossa essência, nosso espirito ou fator espiritual, como queiram. Vemos à distância, coisas que embora sejam superficiais, nos impelem a permanecermos agarramos a elas como se fossem nossa tábua de salvação, nossa verdade última. É como se caminhassemos em linha reta por uma estrada florida e muito estreita e que tivesse em suas laterais, lodo!
Seguimos andando por essa estrada olhando somente para as flores, sem querermos ver aquilo que deixamos para trás, e isto porque não queremos nos dar conta do lodo que margeia ambos os lados, o qual veremos obrigatóriamente quando nos voltarmos para olhar. Queremos permanecer alheios aos problemas que nos cercam e incomodam, sem entendermos que ao mesmo tempo estamos deixando toda uma vida repleta de sentimentos e emoções; uma vida verdadeira.
Simplesmente seguimos em frente, fingindo não sentir o mal cheiro exalado pelo lodo, sem considerarmos que quando chegarmos no outro extremo dessa estrada, o que alí encontraremos será o reflexo daquilo que deixamos para trás e nos recusamos a voltar a olhar...
O agravante será a frustração de não ter tentado de todas as maneiras, viver, independente de qualquer problema, de qualquer condição ...
E mais uma vez, o vazio se fará presente e a caminho de lugar algum retornaremos!
sábado, 16 de agosto de 2008
Lesões Por Esforços Repetitivos
De acordo com as pesquisas realizadas, há indícios da existência da L.E.R. desde 1700, como sendo a doença dos Escribas e Notórios; em 1920, apareceu como a doença dasTecelãs e em 1965 como a doença das Lavadeiras. A partir de 1980, surgiu a L.E.R. como sendo a doença dos digitadores.
Hoje, qualquer pessoa que faça uso de movimentos repetitivos, pode se tornar vítima deste mal; no entanto, os mais atingidos são digitadores, caixas de banco e supermercado, trabalhadores de linha de montagem, músicos, bailarinos, pintores, atletas que praticam vôlei, tênis, natação e profissionais liberais como dentistas e arquitetos, entre outros.
As lesões mais freqüentes são: as tenossinovites, tendinites, epicondilites, bursites, etc.
Alguns sintomas:
- Sensação de amortecimento nas mãos e nos antebraços;
- Cansaço nos ombros e braços;
- Dor nos tendões dos pulsos, coluna cervical e escapula e na região lombar;
- Edemas em casos mais graves.
Entre as causas, estão relacionadas:
- Postura inadequada:
- Excesso ou falta de exercícios físicos;
- Repetitividade de movimentos.
O descrito acima é matéria comum em reportagens, matérias, livros, etc e, a partir daqui, expresso a minha opinião baseada na vivência de atividades como Técnico de Segurança do Trabalho e, principalmente, como Terapeuta Naturalista, focado na Medicina Tradicional Chinesa.
Como base para o que aqui coloco, explico a origem desse entendimento: - em 1980 realizei a seguinte experiência: adquiri quarenta escargots sendo todos pertencentes à mesma origem e postura; criei dois ambientes, lado a lado, no mesmo espaço, sendo um inserido dentro de um campo eletromagnético formado a partir de corrente contínua e outro, a contra-prova, em um ambiente natural. Como resultado final, obtive o seguinte: os escargots inseridos no campo eletromagnético, ficaram maiores, mais saudáveis e não procriaram; a ração utilizada, rapidamente embolorou. Os que ficaram em ambiente natural, ficaram menores, procriaram e a ração, que era a mesma, não embolorou.
A partir dessa experiência, comecei a estudar a Medicina Tradicional Chinesa e as implicações que os campos eletromagnéticos exercem sobre a nossa estrutura e concluí que, se somos seres cuja composição básica é eletromagnética, portadores de dupla polaridade (positiva e negativa) e vivemos, literalmente, dentro de outro campo eletromagnético, só que formado a partir de corrente alternada, criamos diferenças de potencial que geram excessos energéticos, principalmente em nossas articulações e que acabam por obstaculizar nosso sistema de canais de energia gerando dores, amortecimento, cansaço, enfim, L.E.R.
Portanto, para minimizar/eliminar o problema e melhorar a sua qualidade de vida, além do que já é usual como: micrar 50 minutos e descansar 10, fazer alongamento, buscar a reeducação postural, o equilíbrio nos exercícios físicos e a redução da repetitividade nas atividades, entre outras ações, é recomendado adotar outras providências que são indispensáveis: use roupas de algodão a maior parte do tempo e diariamente caminhe descalço na grama, terra, nem que seja só por alguns minutos (descalço sobre cimento,lajota, etc, é prejudicial).
Saúde!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Ciúmes
“Sentimento natural e instintivo, marcado pelo medo real ou não, de perder a pessoa amada, estando relacionado ainda, à falta de confiança na pessoa amada ou em si próprio.”
É natural por que é inerente a todas as pessoas e é instintivo porque , desde o inicio da nossa caminhada temos que lutar pelo que queremos, inclusive por aqueles que gostariamos que permanecessem ao nosso lado.
A música composta pelo Peninha e interpretada pelo Caetano, de modo muito simples e perfeito, o exemplifica:
Sozinho
Caetano Veloso
Composição: Peninha
Às vezes, no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
O antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus desejos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Por que você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Quando a gente gosta É claro que a gente cuida - pois aquela pessoa faz eu me sentir bem, feliz, amado, importante e portanto, útil como ser humano.
Se alguém dela, ou ela de alguém se aproximar, instintivamente me coloco na defensiva para proteger o que me é importante.
Por outro lado, se a pessoa amada não sente ciúmes, é porque ela está muito segura dos meus sentimentos ou é porque para ela não faz diferença e isso me faz mal, me faz sentir desprezado...
Assim, se o ciúme quando exacerbado é prejudicial, quando não existe também o é, talvez mais ainda!
No final, somos o que somos e não o que gostariamos de ser!
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
O VÔO DA ÁGUIA
Olho de cima, como se fosse uma águia em pleno vôo;
A aridez da planície com pouca vegetação, reflete o brilho do sol.
A sensação de liberdade é extrema e por isso mesmo, grande é o sentimento de solidão.
O plano de vôo se configura pelo que ocorre no momento; ele mostra o que de mais agudo reverbera em meu interior: um grito, embora silencioso, ecoa no espaço e se faz ensurdecedor.
Atordoado, olho para baixo; a distância, a altura, não se fazem intimidadoras pois o medo é nulo dada à indiferença que ora me permeia.
Planando, sinto o vento que bate na face, como a lembrar-me de onde estou: não piso o chão; estou seguro tão somente por pequenas moléculas de ar que me sustentam no espaço aberto.
Desvio o olhar da extensa planície e olho à frente; ao longe, o horizonte está sempre a frente; por mais que eu tente me aproximar, ele continua distante; na proporção que avanço, ele se afasta...
Ainda indiferente, olho acima e uma luz intensa me cega, lágrimas umidecem minhas pálpebras; por um momento perco meu direcionamento e confuso me debato e então penso: e agora? Que faço? O espaço gira ao meu redor e sem rumo, com o coração batendo rapidamente, fecho os olhos; o silencio se faz agora, verdadeiramente presente e ainda de olhos fechados começo a ver uma luz que aos poucos vai crescendo e se aproximando; vou aos pouco enxergando: cores e matizes diferenciados começam a aparecer; formas incomuns e de singular beleza, agora surgem; à frente, no horizonte, o crepúsculo inicia: é o ocaso da alma, preparando o novo renascer.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Memórias de Vidas II
Constatações de fatos ou situações ocorridas em nossa vida, ou ainda que estabelecem a necessidade de reflexão acerca desta ou daquela condição, ainda que em formação, de certa forma nos mostram as escolhas que fizemos. Algumas foram boas, enquanto outras, as enxergamos de outro modo, não tão positivo. Esclareça-se apenas que nós não as vimos positivamente, o que não implica na inexistência das probabilidades positivas inerentes àquele acontecimento, ou seja: tudo nesta vida, por pior que seja, pode apresentar aspectos construtivos, que nos façam crescer e, isto, em hipótese alguma deve ser desconsiderado, principalmente porque foi gerado unicamente a partir da escolha que fizemos.
Em relação a escolhas que fazemos, algumas, aparentemente não mudam em nada o nosso cotidiano, mas há outras, mesmo sem poderem ser classificadas como sérias ou graves, cujas consequências estarão inclusas pelo resto da vida, afetando, inclusive, aqueles que nos são próximos. Embora aspectos positivos possam daí advir, é minha opinião que é melhor parar e pensar bem... Só tem um pequeno problema: 95% do tempo que dispomos é destinado a ESCOLHAS! O que fazer então?
Deixa a vida me levar, Vida leva eu...
E lá vem você de novo me questionando: - O que é que tem isso? Bom, eu estava pensando sobre o contido no post anterior: “Constatações”, visto que “eu me construí” e muitas vezes “me deixei moldar” e por fim, “me engessei”. Assim, para me sentir liberto, preciso obrigatoriamente “me desconstruir”!
Como é que se faz isso? Simples: aplica engenharia reversa! Huahuahuahuahua...
Sorria! a vida nos permite!
Deixando as brincadeiras de lado, o que chamamos de personalidade e construímos ao longo da vida, realmente não é simples, não! É um emaranhado de conceitos e sentimentos “deitado” em um padrão denominado lógico que está, em minha opinião, longe de ser natural.
A medida que o adulto vai sendo construído, fica mais difícil, mas muito mais difícil mesmo, achar sua, por assim dizer: essência! Então, vamos lá, desconstruindo toda essa cosa loca que somos yo e tu!
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Memórias de Vidas
1. Constatações
É muito difícil você se expor, mas há fatos que nos trazem informações que nos mostram todo um caminho percorrido e de onde podem ser retirados muitos exemplos que podem nos ajudar profundamente.
Vivemos perdidos, sem saber o que ou como fazer muitas coisas; como reagir a diversas situações que nos caem sobre a cabeça, desnorteando-nos. Nesses momentos você para e se pergunta: - Mas o porquê disso tudo? O que foi que fiz? Por que as pessoas são assim?
Para todas essa perguntas existem respostas! Respostas concretas e com fundamento.
Como descobri-las? Basta olhar para dentro de nós mesmos; está tudo alí, da menor à maior ação e todas elas respondem ao que é hoje, a nossa vida. Logicamente que isso é como um imenso quebra-cabeças, pois que para nós, devido às nossas deficiências não conseguimos juntar todas as peças ao mesmo tempo.
Bom, isto é matéria fácil... rsrsrs! Não, infelizmente não é! Precisamos entrar em nosso eu interior e tirar as teias, o pó, a sujeira que lá está, para, somente após pensarmos em como reordenaremos tudo! Reordenaremos? Exatamente! Há tempos atrás, já fomos organizados em termos de sentimentos; quando crianças, tudo era simples e nossas emoções e sentimentos equilibrados: com um sorriso, expressavamos a nossa momentânea verdade. A tristeza, o descontentamento, desapareciam rapidamente, substituídos por repentinas alegrias. Bons tempos aqueles, como é costume afirmar! Mas, a medida que vamos crescendo, começamos a complicar a vida. O interesse por amigos e os relacionamentos com pessoas do sexo oposto nos levam a desestruturar nossa personalidade de modo a adequá-la a esses terceiros; e isto ocorre com todos, em maior ou menor grau, dependendo tão somente da insegurança que é inerente à adolescência.
Assim, o tempo vai passando e começamos a nos adaptar às novas realidades que criamos. Dessas adaptações decorrem as transformações que acabam por engessar o nosso comportamento social e afetivo, os quais com o avanço da idade vão sendo trabalhados, cada vez mais superficialmente, até que por alguma motivação externa, normalmente de carater afetivo, nos obrigamos a limpar “nossa casa”, retirando as teias e sujeiras alí existentes.
Você até pode dizer: “Eu? Eu não tenho sujeira nenhuma! Sou jovem!” E eu, vou te responder: huahuahuahua... Você é que pensa! Desde que você nasceu, já assimilou inúmeras informações dadas por todas aquelas pessoas que te cercam, seja em casa, na escola, na rua e por aí afora. Agora, se você olhar como eu, então são milhares de anos e inúmeras vidas como bagagem que trazemos e que nos apresentam como somos hoje!
Duvida? Por quê? Melhor pensar antes de responder...
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Sentimentos Cristalizados
Você deve estar se perguntando o que me dá a certeza para afirmar que: o sentimento de ódio cristalizará nessa freqüência e assim permanecerá em nossa estrutura energética, só podendo ser trabalhado em nossa próxima encarnação, desde que assim programado ?
Bom, para entrar no mérito, parto do princípio que você crê em reencarnação e por conseqüência, vidas passadas, futuras e em outras dimensões... ou pelo menos está curioso(a) a respeito. Então, vamos lá: como afirmei na postagem É a Vida, vim de um planeta distante, passei mais de uma vez pelo Egito, Pérsia, Russia, China, França, Estados Unidos e Brasil, isto sem considerar outros dos quais não me recordo. Uma das vivências que mais tem me marcado na presente vida é a da França do século XVIII, entre os anos de 1740 e 1750 – contarei a história em outra oportunidade – me lembro que na época eu era uma pessoa ciumenta, prepotente, orgulhosa, arrogante e, surpresa: passados 260 anos descobri que eu continuava igualzinho, sem tirar nem por. Ou seja, embora possamos crescer e evoluir em outras dimensões de vida, lá não podemos consertar ou readequar nossos sentimentos e emoções que foram adquiridos em vivências anteriores; isto só pode ser realizado aqui na terra ou em planetas semelhantes, quando encarnados.
Então????
segunda-feira, 2 de junho de 2008
O que aprendemos e levamos conosco desta vida?
O que aprendemos e levamos conosco, de verdade?
Levamos a experiência do aprendizado da vida; o entendimento da diferença entre alegria e tristeza, amor e ódio, vida e morte... E existem diferenças entre esses sentimentos/emoções ou acontecimentos?
Não! Na verdade não existem diferenças visto que, são sentimentos/emoções ou acontecimentos complentares; são as extremidades de uma mesma coisa; em nosso mundo de terceira dimensão e dupla polaridade, só reconhecemos algo pelo seu oposto complementar: ou seja, sem a maldade não entenderiamos a bondade, sem o ódio não entenderiamos o amor; sem a escuridão não entenderiamos a claridade, etc.
Mas, voltando ao principal, inúmeros são os conflitos, principalmente aqueles que ocorrem em nossa intimidade e deles, muitas são as emoções e os sentimentos gerados, os quais, várias vezes nos induzem ao erro e ao sofrimento. Exemplo: nos apaixonamos por uma pessoa – mais uma adenda: a paixão é resultante de nossa carência energética, ou seja, há uma lacuna em nossa personalidade que necessita de um tipo de energia, fornecida por aquela pessoa e este será o motivo de nossa paixão, que existirá até o momento em que tenhamos suprido a nossa necessidade daquele tipo de energia - e a partir da assimilação energética tomamos decisões e realizamos alterações em nossa vida, que a modificarão profundamente. Se carência de energia daquela parceira for suprida primeiro e ela não tiver encontrado outros motivos que a levem a permanecer conosco, ela nos deixará e então, ainda carentes, gradativamente passaremos pela desilusão, indiferença e chegaremos ao oposto complementar: o ódio, visto que a energia daquela pessoa ainda nos é necessária. Se conseguirmos alguém que nos dê a mesma energia, poderemos substituir a carencia anterior, podendo, se usarmos de nossa cultura e conhecimento, chegar ao amor; senão, o sentimento de ódio cristalizará nessa freqüência e assim permanecerá, crescendo ou diminuindo, na medida em que aprendermos a trabalhá-lo. Se o mesmo permanecer até nossa morte, continuará fazendo parte de nossa estrutura energética, só podendo ser trabalhado em nossa próxima encarnação, desde que assim programado.
Interessante, não acha? Mas essa é a minha opinião! E a sua?
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Fwd: É a Vida...
Há minutos escutei a responsável por um setor da empresa perguntar a uma enfermeira de um hospital como proceder em relação a um empregado e que também é paciente do mesmo. Segundo essa pessoa, não há mais como omitir da pessoa, o fato de que ela se encontra desenganada.
Aí você para para pensar: a esposa, os filhos, a família enfim, sendo deixada para trás em questão de semanas; uma mudança de vida extremamente radical, pois em algumas semanas ele terá falecido. Creio eu que, para quem não acredita em reencarnação, essa visão tende a ser terrível; todas as suas lutas, conquistas, de um momento para outro desaparecerão!
Então, alguém dirá: é a vida! É! É a vida. Mas quando se chega nesse momento sabendo o que ocorrerá, imagino que deva ser bastante difícil.
Eu creio em reencarnações, diferentes dimensões, estados diferenciados da matéria, pois praticamente toda a minha vida foi desenvolvida dentro desses conceitos: vim de um planeta distante, passei mais de uma vez pelo Egito, Pérsia, Russia, China, França, Estados Unidos e Brasil, isto sem considerar outros dos quais não me recordo. Então você pode afirmar: Taí um cara que está preparado para morrer! Qualquer hora é hora! Não tem medo, afinal não há nada desconhecido!
Não é bem assim... Aqui está minha familia, meus amigos... todo um processo que vem me acompanhando ao longo de 54 anos. Então não é bem assim!
Teóricamente terei mais condições de tratar essa questão, mas ainda assim, não será fácil.
Morte... palavra de dificil assimilação, oposta à palavra nascimento, que retrata o início de uma vivência, e que é encarada com alegria... grande equivoco. Aqui a vida é cheia de turbulências, tristezas e perdas. O que aprendemos e levamos conosco, de verdade?
Pense! Voltamos a conversar.