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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Carta a um amigo poeta

carta Espero que, ao receber, esta, Meu amigo, estejas com a paz.
O motivo da mesma é para reflexão.
Meu amigo, como bem sabes,
Somos perante as mulheres Seres vulneráveis.
Não adianta, e disso, já sabes, Contra a maré nadar.
Temos que reconhecer que somos uma ilha
Não muito distante, cercados de mulheres
Por todos os lados.
E como ilhas não podemos navegar
Somos obrigados a ficar imóveis, Estáticos, sem sair do lugar.
Pobres vitimas escolhidas pelo destino Dessa coisa que é, em certas horas da vida, um verbo dolorido, esse tal verbo "amar".
Velho companheiro desiste! Não adianta lutar.Deixe que elas, como ondas,
Molhem a tua praia E agarra-te as pedras, para não se deixar arrastar.
Certas paixões, amigo, carecem de explicações,
Simplesmente aceitas como a água e ao fogo
Que mesmo de tão diferentes só pela contradição nos atraem.
Deixemo-nos molhar e na ilusão vamos nos queimar.
Mesmo assim, irmão, somos como bambus
Que o vento da paixão gosta de envergar
Mesmo sabendo que não vai, acredito,conseguir nos quebrar.
Mas quando vai parar de ventar ?
Escrevo para que num simples olhar Possas ver e acreditar, que se for para sofrer,
Melhor que seja assim. Uma dor que sabes não poder suprimir,
Já que faz parte da nossa sina amar e sofrer.
Assumamos nosso papel de mártires E a elas vamos nos entregar.
Fico por aqui na saudade e mando mil beijos para os teus
E um forte e solidário abraço do teu amigo,
Frank Tavares 

Frank Tavares é poeta e fotografo especializado em Arte & Danças.

Ou ainda, como ele próprio se define:

“Sou um punhado de emoções.

Sou aflito e sou descrito

como amante do mar…”

http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=6233174378815254745

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Rosane Gebran

Hoje…

Eu me apoiei no sorriso de uma linda mulher e nas imagens que ela consegue trazer com sua camera…

Eu lí a carta escrita a um amigo poeta…

Eu escutei um milhão de vezes “Aime Moi”…

Eu lí muitos poemas que  amigas minhas me enviaram…

Eu lí muitas mensagens alegres…

Mas hoje, o que eu realmente gostaria, era de ter a condição de conscientemente, deixar esta dimensão e me deslocar até Aruanda para receber quem está nos deixando... Simplesmente para abraçar e agradecer o amor, a alegria e a amizade com que nos presenteou...

Girando a mais pura energia, mesclada por muitos Orixás, levando a leveza da verdadeira vida…

Com a água em fogo gerando flores e perfumes…

E o brilho das estrelas no firmamento, iluminando e tornando dia, a mais escura das noites…

Como eu gostaria de  olhar nos seus olhos e dizer: grato minha querida amiga…

Como eu gostaria…

 

Arte em forma de imagens

Dani

Hoje, começo a postar algumas imagens feitas pela Daniela Gama, que é fissurada em fotografia e tem uma sensibilidade única nessa arte, captando os mais belos e diferentes enquadramentos dotados de rara beleza…

 Farol de Humaitá - Cidade Baixa

Farol de Humaitá, Cidade Baixa, Salvador-Ba.

 Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher 1r 

 

A imagem faz parte do monumento que tem no alto a estátua de Castro Alves.

 Praça Castro Alves

 

 

 

 

 

 

 

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Ponta de Humaitá - Cidade Baixa – Salvador - Bahia

Se vocês querem conhecer mais da arte dessa linda baiana, visitem:

www.danielagama-fotografando.blogspot.com  e  www.flickr.com/photos/danielagama_fotografando

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bolsas...

Este texto está circulando na internet sem indicação de autoria e como é bastante válido, republico aqui.

Você já notou que  as mulheres colocam suas bolsas em pias e pisos de banheiros públicos e depois vão diretamente para suas mesas de jantar e colocam-nas sobre a mesa?
Acontece muito!

Nem sempre é o "alimento do restaurante" que provoca problemas de estômago. Às vezes,  é o que você não conhece que vai ferí-lo!
Mamãe fica tão chateada quando os convidados chegam em casa e jogam suas bolsas  no balcão onde ela cozinha ou prepara os pratos. Ela sempre disse que as bolsas são realmente sujas por causa de onde estiveram antes.
É algo apenas sobre o que cada mulher carrega consigo. Embora possamos saber o que está dentro de nossas bolsas, você tem alguma idéia do que está do lado de fora?
As mulheres carregam bolsas em todo lugar, do escritório a sanitários públicos, ao chão do carro. A maioria das mulheres não vive sem suas bolsas, mas você já parou para pensar onde vai sua bolsa durante o dia?
"Eu dirijo um ônibus escolar, por isso a minha costuma ficar no chão dele", diz uma mulher. 'No piso do meu carro, e nos banheiros'.
"Eu já coloquei minha bolsa em carrinhos de compras e no chão do banheiro", diz outra mulher  e claro, na minha casa, que deveria ser limpa."
Para descobrir se bolsas portam uma grande quantidade de bactérias, decidimos testá-las no Nelson Laboratories, em Salt Lake City, e, em seguida, partimos para testar a bolsa comum da mulher média.
A maioria das mulheres nos disse que elas não param para pensar sobre o que estava no fundo da sua bolsa. A maioria disse que em casa eles costumam deixar as suas bolsas em cima de mesas e balcões de cozinha onde o alimento é preparado.
A maioria das senhoras com quem conversamos disseram-nos que não ficariam surpresas se suas bolsas tivessem pelo menos um pouco de sujeira.
Acontece que bolsas são tão surpreendentemente sujas, que mesmo os microbiologistas que testaram ficaram chocados.
A microbiologista Amy Karen, do Nelson Labs, diz que quase todas as bolsas que foram testadas não só apresentaram níveis elevados em bactérias, mas ricos em espécies de bactérias nocivas. Pseudomonas que podem causar infecções oculares, Aurous Staphylococcus que podem provocar infecções cutâneas graves e as salmonelas  E-coli encontradas nas bolsas podem causar doenças sérias. Em uma amostragem quatro das cinco bolsas testou positivo para as salmonelas, e isso não é o pior. "Há coliformes fecais nas bolsas", diz Amy.
Bolsas de couro ou vinil tendem a ser mais limpas do que bolsas de pano, e o estilo de vida parece desempenhar um papel. As pessoas com filhos tendem a ter bolsas mais sujas do que aquelas que não os tem. Com uma exceção, a bolsa de uma mulher solteira que freqüentava boates tinha uma das piores contaminações de todas.. "Algum tipo de fezes, ou, eventualmente, vômito", diz Amy.
 Assim, a moral desta história é que sua bolsa não vai matá-la, mas ela tem o potencial de fazê-la ficar muito doente se você a mantiver em lugares onde realiza suas refeições. Use ganchos para pendurar sua bolsa em casa e banheiros, e não coloque-a em sua mesa, uma mesa de restaurante, ou em sua mesa de cozinha. Especialistas dizem que você deve pensar em sua bolsa da mesma forma que em um par de sapatos; é exatamente o mesmo resultado que você obterá quando colocar sua bolsa sobre a mesa."
Sua bolsa foi onde as pessoas antes andaram, sentaram, espirraram, tossiram, cuspiram, urinaram, defecaram, etc! Você realmente quer levar tudo isso para casa com você?
A microbiologista do Nelson Lab disse ainda que a limpeza de uma bolsa vai ajudar. Lave as bolsas de pano e use limpa-couro para limpar o fundo de bolsas de couro.
 


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Monologo da bêbada...

Uma bela mulher sai de um bar cambaleando de bêbada, toda elegante ela caminha em direção ao seu automóvel, um BMW novíssimo e com a chave, tenta abrir a porta, mas o seu estado alcoólico não o permite.

Quando se abaixa um pouco para se aproximar da fechadura acaba por cair e fica sentada de pernas abertas ao lado da porta.

Desesperada com a situação, olha para baixo e reparando que não está com calcinha, começa a falar com a sua própria "perereca":

Você paga o carro...
Você paga as jóias...
Você paga as minhas plásticas...
Você me dá tanto dinheiro...
Você permite que eu escolha o homem que me agrade....
Você paga a casa que comprei... você...
De repente começa a urinar-se e diz:
 
Não precisa chorar!!! Eu não estou zangada contigo, tô só conversando!!!


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Castelos de areia



Sol a pino. Maresia. Ondas ritmadas. Na praia, está um menino.
 
Ajoelhado, ele cava a areia com uma pá de plástico e a joga dentro de um balde vermelho. Em seguida, vira o balde sobre a superfície e o levanta.
 
Encantado, o pequeno arquiteto vê surgir diante de si um castelo de areia.
 
Ele continuará a trabalhar a tarde inteira. Cavando os fossos. Modelando as paredes.
 
As rolhas de garrafa serão as sentinelas. Os palitos de sorvete serão as pontes. E um castelo de areia será construído.
 
* * *
 
Cidade grande. Ruas movimentadas. Ronco dos motores dos automóveis.
 
Um homem está no escritório. Em sua escrivaninha, ele organiza pilhas de papéis e distribui tarefas. Coloca o fone ao ouvido e faz uma chamada.
 
Como num passe de mágica, contratos são assinados e, para grande felicidade do homem, são fechados grandes negócios.
 
Ele trabalhará a vida inteira. Formulando planos. Prevendo o futuro.
 
As rendas anuais serão as sentinelas. Os ganhos de capital serão as pontes. Um império será construído.
 
Dois construtores de dois castelos. Ambos têm muita coisa em comum: fazem grandezas com pequeninos grãos...
 
Constroem algo do nada. São diligentes e determinados. E, para ambos, a maré subirá, e tudo terminará.
 
Contudo, é nesse ponto que as semelhanças terminam. Porque o menino vê o fim, ao passo que o homem o ignora.
 
Observe o menino na hora do crepúsculo.
 
Quando as ondas se aproximam, o menino sábio pula e bate palmas.
 
Não há tristeza. Nem medo. Nem arrependimento. Ele sabia que isso aconteceria. Não se surpreende.
 
E, quando a enorme onda bate em seu castelo e sua obra-prima é arrastada para o mar, ele sorri...
 
Sorri, recolhe a pá, o balde, segura a mão do pai e vai para casa.
 
O adulto, contudo, não é tão sábio assim. Quando a onda dos anos desmorona seu castelo, ele se atemoriza...
 
Cerca seu monumento de areia, a fim de protegê-lo.
 
Tenta impedir que as ondas alcancem as paredes. Encharcado de água salgada e tremendo de frio, ele resmunga para a próxima onda.
 
É o meu castelo, diz em tom de afronta.
 
O mar não precisa responder. Ambos sabem a quem a areia pertence...
 
Talvez você não saiba muito sobre castelos de areia. Mas as crianças sabem.
 
Observe-as e aprenda. Vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança.
 
Quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda. Aplauda o processo da vida, segure a mão do Pai e vá para casa.
 
* * *
 
A vida tem sua dinâmica própria, e obedece a Leis transcendentes, que nem sempre conseguimos compreender totalmente...
 
Mas o certo é que a roda da vida gira e nos oferece lições importantes para serem apreendidas e vividas.
 
Resta-nos conhecer e confiar. Observar e aprender.
 
Por isso, vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança.
 
E quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda. Aplauda o processo da vida, segure a mão do Pai e vá para casa.
 
 
Redação do Momento Espírita, com base em texto homônimo, de Max Lucado, do livro Histórias para aquecer o coração 2, organizado por Alice Gray, ed. United Press.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

O Poder Crístico

Mensagem de Mãe Maria
Amados Filhos,
Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.
O poder crístico se implanta definitivamente em vosso planeta neste período em que a vida vos oferece mais uma oportunidade de renascer.
Nunca, como hoje, o poder do Pai manifestado no Filho ungido esteve ao alcance de toda a humanidade.
Hoje os filhos da terra já compreendem o verdadeiro significado da palavra ”poder”; hoje eles reconhecem que são ilimitados, hoje eles aceitam a possibilidade de rejuvenescer e ser imortal, hoje eles sabem que a doença e a morte nada mais são do que o reflexo do pensar limitado e da negatividade que deu origem ao imenso fosso que separou os humanos do Pai.
Hoje, amados, com a liberação do poder crístico, a humanidade precisa concluir este estágio de sua evolução dando o passo decisivo que se faz necessário neste momento, a humanidade precisa agir; agir como o Pai agiria, agir para co-criar um mundo novo, agir em benefício do outro com a certeza que o outro é uma parte do seu ser, agir sem preconceitos, sem aceitar limites, sem julgar, agir em nome do Pai que só compartilha amor.
Quanto tempo mais a humanidade precisa para compreender o verdadeiro significado da passagem do Mestre dos Mestres por vosso planeta?
Quanto tempo mais a humanidade precisa para reconhecer, no exemplo de Mestre Jesus, o caminho que cada qual precisa percorrer para merecer ser feliz?
Quanto tempo mais a humanidade levará para perceber, nas iniciações por que Mestre Jesus passou, que elas só aconteceram com o intuito de mostrar o caminho de volta ao Pai para todos vós?
Lembrai-vos das palavras do Mestre: “Eu Sou o caminho, a verdade e a vida.”
Sem reconhecer o caminho percorrido pelo Mestre a humanidade não será feliz; caminho que revelava nada além de compreensão, generosidade, sua imensa sabedoria, caminho onde tudo era compartilhado com todos, onde não se reconhecia nenhuma distinção entre ricos e pobres e onde as aparentes diferenças eram dissolvidas instantaneamente pelo poder do seu incomensurável amor.
Caminho de luz, caminho onde as trevas eram sempre afastadas pelo poder dos milagres, o mesmo poder que a humanidade recupera neste tempo, poder que necessita ser, mais uma vez, utilizado para que o mundo da ação deixe de ser o mundo do caos e volte a ser o mundo do amor.
O paraíso na Terra se faz possível a todos vós, amados.
Caminhai com passos firmes para implantá-lo em vosso planeta a partir do espaço sagrado que é o vosso lar.
Ancorai em vossos lares a luz do Cristo, reconhecendo na vossa família terrena a Sagrada Família do Mestre que até hoje serve de esteio para toda a humanidade.
Buscai compreender a eficácia da fé alimentada pelo Mestre, compreendendo que a fé do Mestre é a fé no divino que existe em todos vós, é a mola propulsora que vos ajuda a remover todos os obstáculos, transpor todos os limites, vencer todos os desafios.
Lembrai das muitas perolas de sabedoria que Ele transmitiu, com o único objetivo de auxiliar-vos a abrir o caminho e resgatar a luz do Pai em vós.
Trazei de volta a linguagem amorosa que ele compartilhava com todos através do seu poderoso e meigo olhar, olhar que a todos tocava, olhar que detinha o poder de curar qualquer mal, qualquer dor.
Reconhecei a pureza do Mestre, pureza cultivada por pensamentos amorosos, por atitudes que geravam só bem estar, compreensão e alegria.
Abri os olhos para reconhecer vosso poder e, através das lições legadas pelo Mestre, manifestar esse poder na vossa realidade.
Esse é o caminho a percorrer, o caminho que exige fé, que exige ação, que exige disciplina, que exige amor; o caminho que vos leva a maestria divina, o caminho que vos permite a conclusão de mais uma etapa de vossa evolução.
Bem amados, que estes poucos dias que antecedem mais um Natal de Renascimento sejam dias de reflexão, dias de profundo recolhimento, dias que em cada um de vós possa reconhecer definitivamente quem sois para finalmente ser como o Pai, ser luz em corpo físico para devolver ao mundo da ação a freqüência cristalina do amor.
Bem amados, Eu vos deixo agora desejando a todos um Feliz Natal de renascimento e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.
SP-22/12/09-Mensagem de Mãe Maria-38-2009 canalizada por Jane M. Ribeiro.
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Entrar no grupo: maemaria-subscribe@yahoogrupos.com.br


terça-feira, 24 de novembro de 2009

O pássaro que desbota quando preso


Temos em nossa fauna um pássaro especial. É o tié-sangue.
 
É avistado próximo às restingas, capoeiras e beiras de mata do litoral do Brasil.
 
Suas asas são vermelhas como o sangue, por isso ganhou esse nome. Possui a cauda negra e uma linda mancha branca no bico.
 
As lindas cores do tié-sangue atraem os criadores, mas é impossível apreciar sua beleza em cativeiro, visto que ele fica com uma cor pálida, alaranjada, desbotada.
 
Pois, entre a variedade dos frutos de que o passarinho se alimenta, há alguns que contém um pigmento de nome astaxantina, que mantêm sua coloração.
 
A beleza do tiê está na proporção de sua liberdade. Quanto mais livre, mais belo.
 
Nesse aspecto, o ser humano se parece muito com o tiê. Precisa estar livre para ser belo, para ser feliz.
 
Precisa alçar vôos com o pensamento, nutrir-se de idéias e sentimentos, interrelacionar-se com os outros e com o cosmos.
 
Necessita conhecer as verdades do universo, bem como as que estão em sua intimidade espiritual.
 
O jovem, em especial, que tem tanta sede de liberdade, muitas vezes se deixa aprisionar pelos vícios de variada ordem, enfraquecendo e tornando-se pálida sombra que caminha a passos largos para a derrota.
 
Jovens que deveriam mostrar suas cores e virtudes individuais, deixam-se levar pela falsa necessidade de se confundir com o grupo, caindo no cativeiro infeliz forjado pelas mídias e pela opinião dos outros.
 
Quem se deixa conduzir pelos modismos, pelas idéias medíocres que tentam fazer do jovem um ser sem vontade própria, é como um pássaro que empalidece, desbota, muda de cor, perde o brilho.
 
Mas os efeitos desse tipo de cativeiro não são apenas na aparência externa. O prisioneiro dos vícios perde a alegria de viver, perde a saúde, perde a esperança.
 
E o jovem, tal qual o tiê-sangue, precisa voar alto, mas com a mente arejada pelas idéias saudáveis da confiança no criador do universo, nas leis soberanas que regem a vida.
 
Jesus afirmou: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará".
 
Na verdade divina reside a plena libertação. E como sabemos que as leis divinas estão em nós, esculpidas em nossa consciência, podemos, em esforço próprio, começar a buscar a compreensão delas nos auto-analisando, nos auto-conhecendo.
 
Compreendendo os desígnios divinos que nos convidam à melhor ação saberemos como interagir com a realidade que nos rodeia.
 
Confrontando nosso cotidiano com as leis da vida transformaremos nosso modo de ser e de agir, influenciando, positivamente, o meio em que vivemos.
 
***
 
Jovem, conhece-te a ti mesmo e voa no rumo da tua própria liberdade.
 
Voa sem peias, alimentando-te de nobres sentimentos, de experiências saudáveis, de práticas caridosas, a fim de manter tua cor bela e atrativa, não te deixando aprisionar pela ignorância, que te faria empalidecer ou desbotar.
 
Sê como o tiê-sangue, livre e belo, nas andanças das múltiplas existências.
 
Mas não esqueças da responsabilidade necessária para que, verdadeiramente, se instaure a liberdade em tua vida.
 
E lembra-te sempre de que a tua beleza está na proporção da tua real liberdade.
 
Quanto mais livre, mais belo.
 
Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 14 do livro Cartas ao jovem Espírita, de Cristian Macedo.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Vida



VIDA
A Vida é efêmera...
Colha os frutos que ela der.
Instantes de amor...
prazer...felicidade...
Viva as emoções
com intensidade...
Colha também,
os momentos de dor...
Melhor chorar por tentar
a verter lágrimas
por não ter arriscado...
Então viva...
Pule...brinque...cante...
dance...chore
ame...
Viva agora!
Colha hoje
os frutos
que a vida der...
Regina Azenha

Inspiração



INSPIRAÇÃO
Essa fonte
que jorra em meu peito
e que recebe o nome
de inspiração,
é apenas o espelho,
que reflete os sentimentos
que norteiam
minh'alma
e povoam
meu coração...
Às vezes se faz risos,
em outras,
simplesmente chora,
nuance de sensações
que há de me acompanhar
pela vida afora...
Regina Azenha

Regina Azenha

É autora dos livros Mulher: Amor e Poesia, lançado em 1986, livro independente mais vendido na Bienal do Livro de Santos, Fragmentos e Mutações, de 1997 e Livro Poesia a quatro mãos, em parceria com André Azenha-2008. Vencedora do prêmio Robalo de Ouro Brasil em 1989 pelo seu primeiro livro.

Valores éticos

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Hoje em dia pode-se perceber a luta inglória travada pelos valores éticos contra os interesses egoístas dos cidadãos.
 
Infelizmente esse problema só se resolverá quando a educação tomar para si essa responsabilidade.
 
Talvez sem refletir muito a esse respeito, os pais são os primeiros a dar exemplos de violação dos princípios éticos que deveriam nortear as ações do homem de bem.
 
Um ponto bastante crítico é a questão dos direitos autorais.
 
A pirataria de CD´s, vídeos, idéias, e outros produtos é assustadora.
 
A aquisição de peças em oficinas de "desmanche" de automóveis roubados, mesmo sabendo disso, por custar mais barato, ou de outra mercadoria produzida por meios ilícitos, também são formas de alimentar essa agressão aos princípios da ética.
 
Geralmente o indivíduo que comete essa falta alega que não poderá ser responsabilizado por isso, pois não foi ele que roubou o carro, nem fez as cópias ilegais.
 
A esse propósito, Allan Kardec, propôs aos espíritos superiores a seguinte questão:
 
"Aquele que não pratica o mal, mas que se aproveita do mal praticado por outrem, é tão culpado quanto este?"
 
Os Benfeitores responderam:
 
"É como se o houvera praticado. Aproveitar do mal é participar dele. Talvez não fosse capaz de praticá-lo; mas, desde que, achando-o feito, dele tira partido, é que o aprova; é que o teria praticado, se pudera, ou se ousara."
 
Hoje em dia é muito comum se jogar a culpa na Internet, pois alega-se que a falta de leis próprias para esse fim e o anonimato favorecem esse tipo de crime.
 
No entanto, o bom senso diz que a Internet apenas mostra o problema ético existente, porém, não o cria.
 
Se o internauta desonesto gosta de uma mensagem que encontra divulgada em algum Site, ele a copia e passa a divulgar como se fosse sua ou como sendo de autoria desconhecida.
 
Mas se o internauta é honesto ele repassará a mensagem preservando os créditos a quem de direito.
 
Como se pode perceber, o problema não é do meio de comunicação, mas do indivíduo.
 
Ambos os indivíduos são filho de alguém, foram alunos de alguém, conviveram com alguém que foi responsável pela sua educação.
 
Quando a criança respira os valores éticos em seu lar, dificilmente os desprezará quando jovem ou adulta.
 
Mas se não recebe essas noções de honradez na infância, raramente as respeitará mais tarde.
 
Assim, vale a pena pensar um pouco sobre essas questões tão importantes e tão graves.
 
E se houver dúvidas quanto a uma ação estar certa ou errada, quanto a se é um bem ou mal, basta seguir a orientação do maior mestre que a terra conheceu e fazer aos outros o que gostaria que os outros lhe fizessem.
 
Ou seja, colocar-se no lugar daquele a quem se dirige a ação e se perguntar se gostaria de estar no seu lugar.
 
Se a resposta for positiva, pode-se agir sem a menor preocupação, mas se for negativa, certamente trará dissabores, mesmo que a ação escape às leis dos homens.
 
Todos nós, sem nenhuma exceção, responderemos por nossos atos perante o tribunal da própria consciência e receberemos de acordo com as nossas obras. E isso nós já sabemos há mais de dois milênios.
 
Portanto, se você deseja ter uma consciência limpa, não acumule detritos morais, pois eles o perturbam e infelicitam, neste mundo ou no além túmulo.
 
Pense nisso!
 
Se você quer ter seus direitos respeitados, respeite os direitos alheios.
 
Faça ao outros somente o que gostaria que os outros lhe fizessem.
 
E para garantir a felicidade dos seus filhos, passe a eles a herança moral da honestidade e da honradez, considerando sempre que a vida não acaba no túmulo, e que as nossas ações seguirão conosco como testemunhas silenciosas, aplaudido-nos ou reprovando-nos.
 
Pense nisso, mas pense agora!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em O Livro dos Espíritos, questão 640.


Desapego

Mensagem de Mãe Maria
Amados Filhos,
Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.
Hoje Eu vos falo do desapego, do tempo de cortar todas as amarras que vos prendem ao mundo da ilusão!
Muitos de vós não compreendeis o real significado do desapego; muitos acham que desapegar-vos é sinônimo de abandonar, de virar as costas, de deixar ir, de não mais conviver com os seres amados, e essa idéia é assustadora para os Filhos da Terra.
É hora de compreender que o desapego é sinônimo de liberdade.
Sim, amados, é tempo de libertar aqueles que fazem parte de vossas vidas, é  tempo de não confundir amor com escravidão, é tempo de amar e ser amado, sem cobranças, sem impor condições.
É preciso que possais compreender que cada habitante da Terra traçou um caminho e escolheu as experiências pelas quais queria passar para avançar no processo da evolução.
Assim sendo, é tempo de compreender que não podeis viver pelo outro, não podeis evitar os desafios pelos quais o outro precisa passar para vencer seus limites.
Cada um exercitou escolhas antes de encarnar e continua exercitando escolhas no dia a dia, e é preciso que essas escolhas sejam respeitadas por todos que aí estão; todos são partes do mesmo barco, mas cada um tem uma missão única a cumprir enquanto passageiro desse barco.
Só cumprindo vosso propósito e deixando que o outro cumpra o dele é que podereis, como ser humano e como humanidade, concluir essa vossa etapa de evolução.
Bem amados, nos rejubilamos com todos vós e estamos muito próximos da humanidade com o intuito de ajudar a acelerar vossos processos de ascensão.
Senti minha presença em vosso coração, e bebei da fonte do amor que Eu disponibilizo para todos vós; invocai por minha presença e Eu aí estarei para auxiliar-vos em todos os momentos, em todos os desafios, apoiando-vos e alimentando-vos com o meu amor.
Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.
SP – Mensagem de Mãe Maria-35-2009 canalizada por Jane M. Ribeiro aos 17/11/09
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domingo, 15 de novembro de 2009

Um pequeno botão

Botão de rosa

Recebo de tuas mãos um pequeno botão...
Tão pequeno e tão gracioso... me faz pensar!
Então, por segundos fixo minha atenção nele, 
e o que vejo em tuas mãos, não mais parece um botão...
Ele é rosa,  aveludado e bate compassadamente.
Tem um som único...
E rufa como os tambores de uma orquestra 
a executar a sinfonia perfeita...
A sinfonia cujas notas trazem 
a grandiosidade  do universo 
e a beleza de uma flor...
As notas que dizem:
És meu grande amor!

Paulo Pinto Pereira
Curitiba, 15.novembro.2009

Quando sonho…

Quando sonho
Navego por entre palavras...
São letras, palavras, frases
Compondo a espuma branca,
Por sobre o azul transparente...
Que traduz o sentimento puro...
Que reflete o brilho do luar e o suave piscar das estrelas.
Vejo tua mão a deslizar por entre as ondas,
sempre a criar...
Escrevendo sobre a espuma das ondas muitas palavras,
E entre elas, aquela que traduz toda a beleza da vida...
Aquela que mostra nossa única e perfeita essência...
Amor!
Paulo Pinto Pereira

Curitiba, 15.novembro.2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

As pequenas dádivas

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A família, constituída do pai e um filho menor era pobre, vivendo com os poucos recursos financeiros que o pai ganhava no trabalho de vigilância noturna.
 
Certo dia o pai adoeceu, ficando acamado por tempo mais longo do que podiam suportar suas economias.
 
Com falta do que comer em casa, o filho pequeno saiu às ruas pedindo comida para ele e para o pai doente.
 
Escondendo as lágrimas pela tristeza e pela preocupação, passou o primeiro dia sem nada conseguir.
 
No segundo dia, quase ao anoitecer, enquanto revirava um saco com lixo residencial em frente a uma loja que estava encerrando o expediente, viu se aproximar um senhor de meia idade, sorridente, com ar bondoso, que trazia nas mãos um marmitex, bem quentinho, que lhe ofereceu.
 
Meio receoso, o menino segurou a marmita ouvindo a recomendação do seu benfeitor: "Coma enquanto está quente!"
 
"Muito obrigado, senhor, mas gostaria de ir comê-la em casa, para repartir com meu pai." Disse o menino.
 
Sorridente e paternal, o lojista perguntou-lhe: "o que o seu pai faz em casa, enquanto você sai por aí procurando o que comer? Ele não trabalha?"
 
"Trabalha sim, e muito. Mas, há dias está acamado. Como acabou o dinheiro para comprar comida, fui obrigado a sair pedindo um pedaço de pão. Só que não tenho recebido quase nada." Respondeu o pequeno andarilho.
 
"Você mora muito longe daqui?" Continuou o bom senhor.
 
"Não, não. Em pouco tempo eu chego lá. E sei que a comida ainda estará bem quentinha." Apressou-se em dizer o menino, com olhos um pouco mais alegres.
 
"Quer saber, meu pequeno, eu vou até lá com você, se você deixar.
 
Assim, aprendo onde você mora e aproveito para conhecer seu pai. Que tal?" Acrescentou o jovem senhor.
 
O menino concordou e lá se foram os dois.
 
O quadro com que se deparou o dadivoso lojista, ao entrar no barraco, era de lastimar.
 
No entanto, pai e filho sorriam diante do alimento, que o menino rapidamente dividiu em dois pratos e serviu logo ao chegar em casa.
 
Depois que os dois terminaram a rápida refeição, a primeira nos últimos dois dias, o nobre comerciante despediu-se e retornou ao seu lar, prometendo voltar em breve.
 
Alguns dias se passaram, quando, também num final de tarde, entram na loja o menino e seu pai, este um pouco mais disposto, procurando pelo dono.
 
Vieram para agradecer, disseram à jovem senhora que estava atendendo no balcão, ao tempo que queriam saber o que poderiam fazer para retribuir a dádiva da comida limpa e quentinha, que haviam recebido dele.
 
Enquanto seu pai falava com a atendente, o menino começou a juntar pedaços de papel que estavam no chão, quando chegou o dono da loja, marido da senhora que os atendia.
 
Alegria, abraços e boa conversa.
 
Ao se despedirem, o lojista olha demoradamente para o menino e lhe diz: "meu pequeno, você não tem o que me agradecer, eu apenas fiz o que faria por um filho meu. Fico feliz de ter podido ajudar. No entanto, se você quiser, poderá vir trabalhar comigo, ajudando-me na loja, assim, não será preciso você sair por aí pedindo comida, caso o seu pai volte a adoecer. Que tal?"
 
O menino timidamente olhou para o seu pai, como a perguntar com o olhar: "e aí, o que eu digo?"
 
O pai, discretamente lhe fez um sinal afirmativo com a cabeça, sem nada falar.
 
A partir daí, o menino começou trabalhar. Passado um tempo, voltou para a escola, e continuou trabalhando.
 
Cresceu, tornou-se adulto e, na loja continuava a trabalhar. Sempre com muita seriedade, responsabilidade e espírito de gratidão.
 
Seu pai veio a falecer, por causa da idade avançada.
 
O casal de lojistas não tinha filhos. Com o tempo, chegou a velhice dos dois. Logo mais a esposa faleceu.
 
E aquele menino, agora já um homem, foi quem ficou cuidando da loja e do bondoso lojista, amparando-o na velhice, auxiliando-o na enfermidade, acompanhando-o no dia-a-dia, como devotado filho.
 
E pensar que tudo começou com um prato de comida!
 
Uma pequena dádiva, modificando destinos.
 
Um sorriso, um gesto de carinho, um telefonema, um e-mail, um abraço, um beijo, uma palavra de apoio e de incentivo, uma flor, um bilhete, um cartão postal, um aceno, um bombom, um copo com água, um pedaço de pão.
 
Nós podemos fazer muito, com tão pouco...
 
Pense nisso, mas pense agora!
 
Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.
 


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Sete Chaves

Mensagem de Mãe Maria
Amados Filhos,
Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações.
Mais um degrau se abre para vós na subida ao retorno ao Pai, para que possais concluir mais uma etapa rumo à ascensão.
Não estranheis, pois se inesperadamente vos deparardes com o que chamais de “novos problemas”; lembrai-vos que esses “problemas” se revelam a vós neste tempo para que possais vos desvencilhar de todas, todas as amarras do passado que ainda vos seguram na terceira dimensão.
Buscai olhar para esses “problemas” com novos olhos, buscai compreender que eles estão refletindo vossas escolhas do passado, buscai aceitar essa realidade com que vos deparais no agora e buscai força, fé e determinação para liberar essa realidade de vossas vidas.
Como, perguntais?
Primeiramente, olhai para o outro - para aquele que encarna o ‘problema” - não como um inimigo que vos trás dor sofrimento, mas como alguém que aí está para vos ajudar a crescer e resgatar a liberdade, alguém que reflete o quanto ainda sois prisioneiros do mundo da ilusão!
Assim agindo podereis dar o segundo passo, aceitando a lição que a vida vos revela através do outro, sentindo a dor do outro, os sentimentos do outro, a realidade do outro, as dificuldades do outro, a perspectiva do outro.
É nessa compreensão, amados, que podereis dar o terceiro e derradeiro passo, podereis dissolver a dor e o sofrimento contidos no “problema” percebendo que abraçando o outro, sentindo-vos um com o outro, amando o outro pelo que ele é e expressa a vós, toda a separação que se apresenta como “problema” se dissolve na magia daquele que percebe que a jornada só adquire sentido quando a liberdade perdida se torna novamente uma possibilidade real e palpável de ser conquistada, e a conquista chega quando chega a percepção que sois o outro, e o outro sois vós no mundo da escravidão.
Bem amados, o tempo se torna cada vez mais acelerado à medida que a densidade que vos separava do Criador se dissolve na luz da transformação consciente dos limites criados pela humanidade.
É hora, pois de vos preparardes para os derradeiros passos que vos levam ao acesso as “Sete Chaves” que precisais resgatar para transpassar os portais limites que vos abrem o acesso às múltiplas dimensões.
Cuidai, pois de vossos corpos cuidando de vossa alimentação, não permitindo que esse corpo que abriga vossa alma seja entregue somente a satisfação de vossos sentidos físicos.
Os desejos manifestados através de vossos sentidos físicos precisam ser respeitados até o limite em que não interferem nos desejos de vossas almas.
Vossas almas pedem leveza, leveza amados!
Precisais, pois sutilizardes vossos corpos físicos para que vossos sentidos espirituais possam desabrochar em plenitude, eis que eles são indispensáveis no processo que vos aguarda em um futuro próximo, o processo antes por mim referido do acesso às “Sete Chaves” que vos dão acesso a outras dimensões.
Buscai, pois vos alimentar o mais possível do que vos disponibiliza o mundo vegetal em todas as suas expressões.
Buscai ingerir muita água, eis que a água é a condutora da luz que precisais para liberar de vez vossa divindade.
Buscai o calor do sol que potencializa a freqüência necessária de ser manifestada pelos vossos corpos, para que as Chaves sejam reveladas a vós.
Buscai retirar do ar o prana sutil que energiza vossos corpos, e que pode vos abastecer através do ato consciente de vossa respiração.
Buscai o contato direto com a Mãe Natureza através do pisar descalço na terra benfazeja que contém a memória necessária de ser resgatada por cada um de vós.
Buscai absorver o som do canto dos pássaros e a linguagem dos ventos, para que uma nova forma de comunicação possa ser despertada em vosso ser dando-vos acesso a muitos aspectos da sabedoria divina que precisais despertar em vós.
Bem amados, Eu vos alerto, esse é o caminho mais curto que tendes a vossa disposição no agora para comungardes com Deus, o Deus que guardais em vós e que necessita ser manifestado para que a humanidade, e todas as formas de vidas abrigadas pela Mãe Terra, possam cumprir essa etapa de evolução para adentrar em uma outra morada do Pai Criador, que vos espera pacientemente com a mesa posta onde estão presentes todos os ingredientes que abastecerão cada um de vós do único alimento que necessitais para ser feliz, o amor-compreensão.
Bem amados, que vossas orações ajudem a levar clareza as mentes e corações dos Filhos da Terra, para que todos possam encontrar o único caminho que devolve a cada um a liberdade, o caminho do coração que o Pai reservou a todos os Filhos da Terra que buscam exercitar a redenção.
Bem amados, Eu vos deixo agora derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe.
bp-02/11/09 – Mensagem de Mãe Maria-33-2009 recebida por Jane M. Ribeiro
htpp://br.groups.yahoo.com/group/maemaria/
 __._,_.___
Entrar no grupo: maemaria-subscribe@yahoogrupos.com.br


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Tesouros valiosos

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Amigo é coisa prá se guardar do lado esquerdo do peito, dentro do coração.
 
Assim se expressa a canção popular, em seus versos, enaltecendo a amizade.
 
No Velho e no Novo Testamento, as observações com respeito aos amigos é de que são valiosos tesouros; que o amigo merece o melhor de nós.
 
Nas nossas vidas, a Divindade providencia criaturas especiais, postando-as próximas a nós, a fim de que, em momentos cruciais, se constituam em sustentáculos na adversidade.
 
São os amigos que nos ouvem as dores lancinantes e nos oferecem seus ombros para apoiarmos a cabeça, quando não nos ofertam também braços generosos de amparo.
 
São os amigos que partilham conosco os momentos de conquistas, de alegrias, tanto quanto socorrem nas horas de angústia e sofrimentos.
 
Quando os afetos partem, ingressando na vida espiritual, são os amigos que nos sustentam a fragilidade, alimentando-nos com sua presença.
 
Quando a enfermidade se abate sobre o nosso lar, atingindo os que amamos, e se arrasta, morosa, por meses a fio, são os amigos que realizam o revezamento espontâneo, nas horas das noites solitárias ou das madrugadas que parecem eternas, permitindo-nos o repouso restaurador do sono imprescindível.
 
Quando a carência nos atinge, o desemprego se instala, são os amigos que se elegem como empregadores, como detetives atenciosos à cata de oportunidades, como promotores de recursos para nos sanar as necessidades mais prementes.
 
Tanta vez a parentela corporal permanece distante ou se esquiva diante da dor que nos chibata a alma.
 
Ainda aí os amigos percebem o sofrimento mais oculto, a dor mais aguda e acorrem com o medicamento da sua ternura, o algodão delicado da palavra correta, em tempo preciso.
 
Almas que assim se dispõem, na qualidade de amigos, como tutores de nossas vidas, são Espíritos dedicados e amoráveis que não aguardam sequer a medalha da gratidão.
 
Para eles não há hora inconveniente, tempo ruim ou insuficiência de recursos, tudo realizando a bem do que conceituam como amizade.
 
Compete-nos, de contínuo, agradecer a Deus por essas almas dedicadas, revestidas da carne, que se nos transformam em verdadeiros anjos de guarda.
 
Compete-nos demonstrar-lhes o amor que lhes temos, como forma mínima de gratidão, sem esquecermos que muitos deles, mesmo após terem extintas suas vidas corpóreas, permanecem velando por nós, da Espiritualidade, para onde se transladaram.
 
Ampliar o círculo de amizades e manter amigos é lição de sabedoria que cabe ao homem exercitar.
 
* * *
 
Expressivo número de crianças prefere o computador aos amigos.
 
Como pais e educadores precisamos estar alertas para que nossas crianças não percam a experiência extraordinária de ser amigo e de fazer amigos.
 
Muitas vezes, reencarnam na condição de amigos fiéis, Espíritos que nos foram caros ao coração em vidas anteriores.
 
O que significa que, de um modo geral, os amigos fazem verdadeiramente parte da nossa família espiritual, que transcende os laços da consanguinidade.
 
Redação do Momento Espírita.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Drogas na floresta

O coelho vinha correndo pela floresta quando viu uma girafa acendendo um cigarro de maconha.
Então, ele parou e disse:

- Dona girafa, pare de fumar isso ai e vamos correr pela floresta, você vai ver como ficará em forma!  

A girafa pensou, jogou o cigarro fora e foi correr com o amigo.
Pouco mais à frente, eles encontraram um urso cheirando cola.
O coelho de novo:

- Oh!, seu urso, deixa disso!! Venha correr com a gente para ficar em forma!

O urso colocou a lata de lado e foi correr com eles.
Mais para a  frente, encontraram um elefante consumindo cocaína:

- Oh, elefante, não perca seu tempo com isso!
Vamos entrar em forma correndo pela floresta.

E o elefante se juntou ao grupo.
Metros adiante estava o leão, viciado em heroína, com uma seringa:

- Oh, meu grande rei, pare de fazer isso e vamos entrar em forma!

O coelho levou uma patada e voou longe.
Os animais, revoltados, perguntaram ao leão: - Você está louco? Por que fez isso com ele?
E o leão:

- Toda vez que esse coelho desgraçado toma um ecstasy ele me faz correr pela floresta toda....
--------------------------------
Divertida a piada, com certeza!
O grande problema é que a cada dia que passa, aumenta mais e mais, a quantidade de usuários de todos os tipos de drogas.
Crianças, adolescentes, adultos, idosos...
Trocaram a esperança pela droga... A vida pela ilusão!




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

24 de Outubro - Dia da Ação Climática

Caro Mundo,

Este é um convite para aderir a um movimento. Para usarmos um dia para mudar o mundo.

Os fatos científicos são agora inegáveis: a crise climática é o maior desafio que a civilização enfrenta. Juntos, chamaremos a atenção do mundo para que se concentre numa solução.

Unirmo-nos em torno dos 350, significa definir uma ambiciosa meta para onde devemos dirigir o nosso planeta. Dia 24 de Outubro, vamos nos reunir em lugares emblemáticos do mundo inteiro – desde o Monte Kilimanjaro à Grande Barreira de Coral, passando pela sua cidade. Vamos nos certificar de que o mundo ouve o nosso apelo. O movimento está só no começo. E precisamos da sua ajuda.

O plano é o seguinte: estamos pedindo a você, e às pessoas de todos os países do mundo, que organize uma ação na sua comunidade no dia 24 de Outubro. Não há limites – imagine passeios de bicicleta, marchas, concertos, caminhadas, festivais, plantação de árvores, protestos, e mais. Imagine a sua ação ligando-se com milhares de outras ações no mundo inteiro. Imagine o mundo acordando. Se conseguirmos, a mensagem do dia 24 de Outubro será poderosa: o mundo precisa das soluções climáticas que a ciência e a justiça exigem.

Diz-se muitas vezes que a única coisa que nos impede de travar a crise climática de forma rápida e igualitária é a falta de vontade política. Bom, a única coisa que pode criar vontade política é um movimento global unificado – e ninguém vai construir esse movimento por nós. Ele tem que ser feito pelas pessoas comuns do mundo inteiro. Como você.

Por isso marque um evento na sua comunidade no dia 24 de Outubro, e recrute a ajuda dos seus amigos. Juntamente com seus colegas ou o seu grupo local de defesa do ambiente ou dos direitos humanos, a sua igreja ou sinagoga ou mesquita ou templo; recrute ciclistas, agricultores locais, jovens. Vamos começar a nos organizar em todo o planeta.

Com a sua ajuda, haverá um evento em cada lugar emblemático do mundo a 24 de Outubro – desde os Grandes Lagos da América à Grande Barreira de Coral da Austrália – e também em todos os lugares que são importantes para vocês nas suas vidas cotidianas: uma praia ou parque ou jardim ou câmara.

Se houve um momento para nos envolvermos, o momento é agora! Há duas razões pelas quais este ano é tão crucial.

A primeira é que os dados científicos sobre alterações climáticas são cada vez mais negros. O Ártico está derretendo a uma velocidade impressionante, décadas antes do previsto. Tudo neste planeta parece estar derretendo ou ardendo, subindo ou ressecando. E agora temos um número para expressar este perigo: 350.

James Hansen da NASA e uma equipa de outros cientistas publicaram recentemente uma série de artigos que demonstram que temos de diminuir a quantidade de carbono na atmosfera das atuais 387 partes por milhão para 350 ou menos, se quisermos “manter um planeta semelhante àquele em que a nossa civilização se desenvolveu.”

Há um ano atrás, ninguém sabia este número – mas agora é claro que 350 pode muito bem ser o número mais importante para o futuro do planeta, uma estrela para guiar os nossos esforços para reconstruir o mundo. Se conseguirmos rapidamente colocar o planeta a caminho dos 350, ainda podemos evitar as piores consequências das alterações climáticas.

A segunda razão pela qual 2009 é tão importante é que a oportunidade política para influenciar os nossos governos nunca foi tão grande. Os líderes mundiais vão se encontrar em Copenhagen este Dezembro para conceber um novo tratado global sobre redução de emissões.

Se essa reunião tivesse lugar hoje, o tratado que dela sairia seria extremamente inadequado. Com efeito, ele iria nos condenar a um futuro onde nunca mais conseguiríamos voltar às 350 partes por milhão – em que a subida do nível do mar iria acelerar, os padrões de precipitação começariam a mudar e os desertos a crescer. Um futuro onde, em primeiro lugar os mais pobres e, depois, todos nós, haveríamos de nos confrontar com o único planeta que temos deteriorado e degradado.

O dia 24 de Outubro chega seis semanas antes das cruciais reuniões da ONU em Copenhagen. Se todos fizermos o nosso trabalho, cada nação saberá a questão que lhes é colocada quando concebem um plano: irá este planeta regressar ao caminho dos 350?

Isto só irá funcionar com a ajuda de um movimento global – e ele está começando a borbulhar em todos os lados. Agricultores nos Camarões, estudantes na China, até esquiadores da Taça do Mundo já ajudaram a espalhar a palavra sobre os 350. Igrejas já fizeram tocar os seus sinos 350 vezes; monges budistas que formaram um gigantesco 350 com os seus corpos contra o pano de fundo do Himalaia. O número 350 traduz-se através de todas as barreiras linguísticas e culturais. É claro e direto, rompendo o ruído de fundo e marcando uma firme linha científica.

Dia 24 de Outubro, vamos todos nos erguer em nome dos 350 – um símbolo universal da segurança climática e do mundo que precisamos de criar. E, no final do dia, faremos um upload de fotos dos nossos eventos no site da 350.org e enviaremos essas imagens pelo mundo inteiro. Esta cascata de imagens irá trazer as alterações climáticas para o debate público – e responsabilizará os nossos líderes perante uma cidadania global organizada.

Precisamos da sua ajuda – o mundo é um lugar muito grande e a nossa equipe é pequena. Nós aqui da 350.org faremos tudo o que pudermos para lhes dar apoio, fornecendo templates para cartazes e press releases, recursos para espalhar a palavra, e ferramentas para lhes ajudar a construir um forte grupo local de ação climática. A nossa equipe de base estará sempre à distância de um telefonema ou de um e-mail se precisarem de algum apoio.

Isto é como um exame final para os seres humanos. Seremos capazes de reunir a coragem, o empenho, e a criatividade para fazer este planeta voltar a um rumo estável antes que seja tarde demais? 24 de Outubro será aquele dia alegre e poderoso em que vamos provar que é possível.

Por favor juntem-se a nós e faça hoje o registro do seu evento local.

Em frente,

Bill McKibben - Autor y Activista- USA
Vandana Shiva - Physicist, Activist, Author - India
Sheila Watt-Cloutier - Activista Indigena del Tribu Inuit - Canada
David Suzuki - Cientifico, Autor, y Activista - Canada
Bianca Jagger - World Future Council - UK
Tim Flannery - Cientifico, Autor, Explorador -Australia
Bittu Sahgal - Editor of Sanctuary magazine - India

P.S.— Precisamos que você faça uma outra coisa, de imediato, que é muito fácil. Por favor, reenvie esta mensagem a qualquer pessoa que você conheça e que considere que é, mesmo que remotamente, adequada.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Regar a Alma

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Vivemos dias de estiagem.
 
Estiagem de afeto.
 
Dias em que a alma se ressente da ausência de diálogo e de compreensão.
 
Dias em que os seres se isolam no próprio egoísmo e se trancam com as suas próprias dores, nas furnas da angústia e da depressão.
 
Afogam-se nas próprias lágrimas e escutam apenas os próprios lamentos.
 
Ignoram as dores alheias e desprezam as verdades do próximo.
 
Vivemos dias de grande amargura.
 
Dias de solidão em meio à turba que passa sem destino, nem rumo.
 
Dias em que as pessoas, apesar de toda a riqueza e de todos os recursos dos quais dispõem, sentem-se arrastadas pela correnteza bravia da vida, como se nada pudesse ser feito para evitar tamanha desdita, como se fosse fatal a queda, o fracasso humano.
 
Muitos se perguntam: "onde foi parar a esperança? Como recuperar a paz perdida?"
 
Ora, a esperança e a paz jamais deixaram de habitar as paragens onde sempre foram encontradas.
 
Permanecem encantando as almas que as buscam com sinceridade e persistência, nos caminhos do bem.
 
Não foram elas que abandonaram o homem.
 
Em verdade, foi o próprio homem que as confundiu com as ilusões passageiras.
 
Foram tomadas por miragens incapazes de sustentar por longo período a satisfação fugaz dos primeiros tempos.
 
Ludibriado pelo próprio querer o homem passou a buscar em outras fontes a água da vida.
 
Abandonou a estrada das virtudes, que tem portas estreitas, passando a trilhar a senda do equívoco. Valeu-se do livre-arbítrio para fazer as mais variadas escolhas.
 
No entanto, tais escolhas, em sua grande maioria, foram embasadas apenas na satisfação imediata dos próprios desejos.
 
Os compromissos anteriormente assumidos foram relegados ao esquecimento.
 
As responsabilidades decorrentes da própria vontade foram ignoradas.
 
Com isso, não haveria como existir nos campos da vida paisagem diversa da qual hoje encontramos.
 
Desertos e desolação.
 
Angústia e desesperança.
 
As sementes espalhadas pelo divino semeador jazem ocultas entre a erva-daninha e o pedregulho.
 
Permanecem inertes, como se fossem incapazes de tocar o coração humano, rompendo a casca da indiferença e fazendo brotar, finalmente, a flor do entendimento.
 
Vivemos dias de estiagem.
 
Nossas almas clamam pela rega abençoada que lhes concederia a alegria verdadeira que desconhecem.
 
Clamam por ela, mas, no entanto, raramente se dispõem a recebê-la.
 
Ei-la que surge em cada um dos exemplos irretocáveis do cristo.
 
Faz-se presente em nossas vidas por meio das mensagens de elevada vibração dos espíritos benfeitores.
 
Comparece diante de nós em cada gesto de amor que recebemos ou que presenciamos.
 
Aproveitemos a seiva divina para dessedentar nossos espíritos tão necessitados da paz oferecida pelo cristo.
 
Deixemos que nossas almas, tão sedentas do bem, sejam, de uma vez por todas, tocadas pela mensagem de amor e de esperança ensinadas por Jesus.
 
Reguemos nossas consciências com os ensinamentos do mestre, a fim de que brote em nós os frutos da compaixão e da verdadeira fraternidade.
 
Só assim veremos renascer, no solo da nossa alma, a gloriosa esperança.
 

 
Equipe de Redação do Momento Espírita.